As Melhores Oportunidades na B3 | QWERTYING – Edição da 3ª Semana de março de 2026

Caro leitor,

📈 QWERTYING | Radar do Mercado — Semana de 16 a 20 de março de 2026

📊 QWERTYING | Versão dos Fatos — Escalada no Oriente Médio e Impacto nos Mercados

🌍 Ambiente global: tensão elevada e risco sistêmico

Vivemos um momento de intensificação das tensões geopolíticas, no qual cresce a percepção de que os custos desse rearranjo de forças não serão localizados — a conta tende a ser global. O cenário sugere um mundo mais fragmentado, com decisões unilaterais por parte das grandes potências moldando a dinâmica internacional e elevando o nível de incerteza.

🧭 Eixo de poder: unilateralismo e assimetria de forças

A postura dos Estados Unidos reforça uma lógica de imposição estratégica, redesenhando alianças e pressões comerciais conforme seus interesses. Na prática, há uma clara assimetria de poder, com poucos atores capazes de contrabalançar esse movimento — o que amplia a sensação de ausência de contraponto no tabuleiro global.

⚡ Energia e logística: o calcanhar de Aquiles do sistema

O sistema energético global, altamente dependente de cadeias complexas de suprimento, começa a expor fragilidades relevantes. Interrupções, sanções e disputas comerciais revelam um modelo sensível a choques, especialmente quando envolve insumos críticos e rotas estratégicas.

📉 Mercados: choque de percepção e risco de desorganização

Investidores reagem a esse ambiente com aumento de cautela. O temor central não é apenas o evento isolado, mas o efeito em cascata — gargalos logísticos, rupturas na oferta e possível desorganização sistêmica. O resultado é um mercado mais volátil, com prêmio de risco elevado e menor previsibilidade.

🧠 Leitura QWERTYING

O mundo entra em uma fase de transição estrutural: menos globalização eficiente, mais blocos econômicos e maior custo de capital. Em momentos assim, o risco deixa de ser periférico — ele passa a ser o próprio centro da análise.

🌍 Geopolítica: escalada militar e risco regional ampliado

O Irã intensificou seus ataques contra países vizinhos, atingindo inclusive uma grande refinaria no Kuwait com drones. Em resposta, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Bahrein seguem atuando na interceptação de drones e mísseis.

O tom também subiu no campo retórico: as forças armadas iranianas passaram a ameaçar diretamente alvos civis e militares — incluindo autoridades, pilotos e soldados — em locais públicos e turísticos, ampliando o grau de tensão e imprevisibilidade.

⚔️ Resposta militar: EUA avançam no controle estratégico

Os Estados Unidos, junto a aliados, iniciaram a mobilização de caças de ataque com o objetivo de reabrir o Estreito de Ormuz — ponto crítico para o fluxo global de petróleo.

A operação integra um plano escalonado do Pentágono para neutralizar ameaças como barcos armados, minas marítimas e mísseis de cruzeiro iranianos. Além disso, foi anunciado o envio de três navios de guerra e milhares de fuzileiros navais adicionais para a região, marcando a segunda grande mobilização em apenas uma semana.

🛢️ Commodities: petróleo dispara com prêmio geopolítico

O aumento da tensão impactou diretamente o mercado de energia. O Brent fechou a US$ 112,19 por barril (+3,3%), no maior nível desde julho de 2022. Já o WTI avançou para US$ 98,32 (+2,3%).

Nos Estados Unidos, a gasolina no varejo atingiu US$ 3,91 por galão — alta acumulada de 93 centavos desde o início do conflito — evidenciando o repasse imediato ao consumidor e o risco inflacionário.

💻 Tecnologia: choque regulatório e risco geopolítico

As ações da Super Micro Computer despencaram 33% após acusações de contrabando de equipamentos com chips avançados da Nvidia para a China. Dois funcionários foram afastados.

O movimento contaminou o setor: a Nvidia recuou 3,2%, reforçando o risco crescente envolvendo tecnologia sensível, exportações e tensões entre EUA e China.

📉 Mercados globais: aversão ao risco domina

As bolsas americanas registraram o terceiro dia consecutivo de queda, com forte pressão sobre tecnologia. O Nasdaq recuou 2%, o S&P 500 caiu 1,5% e o Dow Jones perdeu 1% (-444 pontos).

No acumulado, os três índices completaram a quarta semana seguida de perdas — Dow e Nasdaq caindo 2,1% na semana, enquanto o S&P 500 recuou 1,9%.

🧠 Leitura QWERTYING

O mercado entra em modo de defesa: geopolítica pressionando energia, energia pressionando inflação e inflação travando ativos de risco. A equação agora é clara — mais conflito, mais petróleo, mais juros por mais tempo.

🇧🇷 QWERTYING | Reflexo potencial no Brasil

Petrobras: petróleo acima de US$100 tende a fortalecer o fluxo de caixa da companhia.

Vale e commodities: se petróleo pressionar inflação global, pode gerar volatilidade no crescimento global.

Ibovespa: tende a operar seletivo — energia favorecida, consumo global pressionado.

Dólar: petróleo alto geralmente fortalece a moeda americana no curto prazo.

⚖️ Conclusão QWERTYING

O noticiário revela um mercado global entrando em fase de maior tensão macro: petróleo elevado, tecnologia enfrentando desafios estruturais e sinais de fadiga no consumo. Em termos de leitura de ciclo, esse ambiente costuma produzir mais volatilidade e maior seletividade nos ativos — exatamente o tipo de cenário em que disciplina operacional passa a ser decisiva.

QWERTYING | Versão dos Fatos — Clima de Mercado no Brasil

📅 Semana: 16/03/26 a 20/03/26

🧭 Macro: geopolítica escala e petróleo redefine o risco globalO Ibovespa manteve viés de pressão e elevada volatilidade ao longo da semana, sem força consistente para retomada estrutural. O pano de fundo piorou: a intensificação do conflito no Oriente Médio, com ataques envolvendo infraestrutura energética e risco ao Estreito de Ormuz, elevou de forma relevante o prêmio de risco global. O petróleo avançou com força, reforçando temores inflacionários no mundo. No Brasil, esse choque externo se somou a uma inflação ainda resiliente, mantendo o ambiente de cautela e reduzindo a convicção em cortes rápidos de juros.

📉 Juros: Copom sob pressão — narrativa mais hawkish

A precificação de mercado consolidou um cenário de afrouxamento monetário mais lento. A expectativa dominante segue em cortes de 0,25 p.p., mas com crescente probabilidade de pausas ao longo do ciclo. O ponto central migrou: mais do que “quanto cortar”, o debate agora é “até onde será possível cortar”. A combinação de inflação resistente + petróleo pressionado elevou a percepção e que o Banco Central terá que manter uma postura mais conservadora por mais tempo.

📊 Atividade: resiliência econômica limita espaço para cortes

Os dados recentes continuam indicando uma economia doméstica mais firme do que o esperado. O consumo e o setor de serviços seguem sustentando a atividade, mesmo em ambiente de juros elevados. Essa resiliência reforça a leitura de que não há urgência para estímulos agressivos — o que, na prática, trava um ciclo mais acelerado de queda da Selic.

🛢️ Petróleo: choque externo com impacto direto na inflação brasileira

O petróleo acima de US$ 110/barril se consolidou como novo vetor central do mercado.

• Positivo: melhora termos de troca, balança comercial e arrecadação

• Negativo: pressão direta sobre combustíveis, frete e cadeia de custos

O efeito líquido no curto prazo é inflacionário — especialmente sensível em um ambiente já pressionado.

🏛️ Política de combustíveis: intervenção aumenta risco fiscal

Diante da escalada do petróleo, aumentou a pressão política por medidas de contenção de preços. O mercado passou a monitorar com mais intensidade possíveis intervenções:

• reoneração seletiva ou desoneração tributária

• subsídios diretos ou indiretos

• mudanças na política de preços

Qualquer movimento nessa direção reforça o risco fiscal e deteriora a percepção de credibilidade da política econômica.

⚖️ Fiscal: continua sendo o principal vetor de risco estrutural

A leitura estrutural permanece inalterada — e mais evidente:

O nível de juros no Brasil segue menos relacionado ao ciclo econômico e mais ligado à fragilidade fiscal.

Com aumento de gastos potenciais e ausência de sinalização clara de ajuste estrutural, a curva longa de juros permanece pressionada, limitando qualquer alívio relevante nas condições financeiras.

🌍 Cenário global: risco de inflação importada e estagflação

O choque do petróleo recolocou no radar global o risco de estagflação:

• crescimento mais fraco

• inflação mais alta

• bancos centrais mais restritivos

Esse ambiente reduz o apetite por risco global e afeta diretamente mercados emergentes, incluindo o Brasil.

🏭 Micro: empresas exportadoras e ligadas a commodities ganham protagonismo

No campo corporativo, o mercado passou a favorecer:

• petróleo e gás

• mineração

• papel e celulose

Enquanto isso, setores mais dependentes de juros (varejo, construção, tecnologia doméstica) continuam sob pressão.

📌 Conclusão QWERTYING

A semana consolidou uma mudança importante de regime no curto prazo:

• choque geopolítico elevando o petróleo

• inflação global e doméstica mais persistente

• política monetária mais restritiva por mais tempo

• fiscal brasileiro voltando ao centro do risco

📊 Leitura direta:

O mercado saiu de um cenário de “otimismo cauteloso” para um regime de cautela ativa.

📉 Implicações práticas (QWERTYING):

• maior seletividade nos ativos

• preferência por exportadoras e commodities

• redução de exposição a juros sensíveis

• gestão ativa e disciplina operacional ainda mais críticas

Em síntese:

👉 O Brasil segue com amortecedores relevantes (commodities),

👉 mas o risco macro aumentou — e o mercado já começou a precificar isso.

Comportamento das Ações da Carteira

No swing trade do período de 16 a 20 de março de 2026, das cinco posições da carteira, apenas uma encerrou no campo positivo, refletindo a desconfiança predominante no mercado:

  • SAPR11: +7,62%

Quatro ativos apresentaram desempenho negativo:

  • RENT3: -1,32%
  • IRBR3: -3,00%
  • VALE3: -3,29%
  • CSAN3: -5,90%

A diversificação mitigou a queda, permitindo que a carteira resistisse ao mau humor do mercado e resultasse em um prejuízo de –0,84% no período.

Desempenho no Ano — até 20 de março de 2026

No acumulado de 2026, a carteira QWERTYING registra uma alta de +8,87%, um desempenho similar ao do Ibovespa, que avançou +9,36% no mesmo período.

A diferença de aproximadamente 0,49 pontos percentuais abaixo do índice reflete episódios de volatilidade e ajustes táticos realizados neste início do ano, mantendo a estratégia dentro de uma zona saudável de coerência operacional.

Conclusão | QWERTYING

Reiteramos nosso compromisso em identificar as melhores oportunidades na B3, combinando:

  • Análise técnica rigorosa;
  • Leitura de fluxo;
  • Gestão disciplinada de risco;
  • Ajustes táticos bem executados.

Nossa estratégia permanece sólida para capturar valor à medida que o mercado reencontra seu equilíbrio. Manteremos atenção constante ao fluxo estrangeiro, à política monetária e aos desdobramentos das relações comerciais entre Brasil, BRICS e Estados Unidos — vetores que atualmente são cruciais para a formação de preços e a próxima direção do mercado.

Demonstração Gráfica Swing Trade janeiro26 a Março26

📊 QWERTYING | Análise Detalhada — 5 Ações com Potencial de Recuperação na B3

A equipe QWERTYING acompanha de forma contínua um universo de 40 empresas listadas na B3. Dentro desse radar, alguns ativos atravessaram longos ciclos de queda desde 2022 e hoje começam a apresentar assimetria positiva, cenário típico de oportunidades para investidores com visão de médio e longo prazo. A leitura não é de euforia, mas de possível recuperação cíclica em ativos descontados.

⚡ Cosan (CSAN3) — Turnaround de infraestrutura

📉 Queda acumulada: –75% em 51 meses

📊 Média mensal: –1,5%

Holding estratégica com presença em energia, logística e infraestrutura. A forte correção de preço elevou o risco, mas também ampliou o potencial de retorno caso o ciclo operacional volte a ganhar tração.

➡️ Leitura QWERTYING: fundamentos relevantes, preço deprimido e perfil típico de turnaround — ativo para investidores tolerantes à volatilidade.

🛡️ IRB Brasil Resseguros (IRBR3) — Reação depende do ciclo

📉 Queda acumulada: –53% em 51 meses

📊 Média mensal: –1,0%

Empresa de seguros e resseguros com escala nacional, ainda carregando os efeitos de ciclos macroeconômicos adversos.

➡️ Leitura QWERTYING: papel penalizado pelo ambiente macro, mas com estrutura para reagir caso o cenário econômico e institucional avance em reformas e estabilidade.

👟 Grupo SBF (SBFG3) — Sensível aos juros

📉 Queda acumulada: –48% em 51 meses

📊 Média mensal: –0,9%

Atuando no segmento esportivo, a companhia tende a se beneficiar de um ambiente de crédito mais barato e maior consumo doméstico.

➡️ Leitura QWERTYING: melhora potencial ligada à queda da Selic e à recuperação do consumo — ativo de ciclo econômico.

🏗️ Gerdau (GGBR4) — Base industrial sólida

📉 Queda acumulada: –37% em 51 meses

📊 Média mensal: –0,7%

Gigante do setor de metais e mineração, com forte presença em aço, construção e engenharia, além de escala internacional e base operacional robusta.

➡️ Leitura QWERTYING: empresa madura, exposta ao ciclo global de infraestrutura e commodities — perfil defensivo dentro do setor industrial.

🌾 Eletrobrás (AXIA6) — Energia

📉 Queda acumulada: –3% em 51 meses

📊 Média mensal: –0,7%

Player consolidado do setor de energia brasileiro, setor que promete ser um dos ativos na distribuição de dividendos.

➡️ Leitura QWERTYING: ativo em que vai crescer com a crise energética provocada com advento da guerra região da Arábia.

🔎 Síntese QWERTYING

Os cinco ativos compartilham um ponto comum:

➡️ longos ciclos de queda

➡️ preços descontados

➡️ potencial de recuperação condicionado ao ambiente macro

Não são papéis de curto prazo — são posições que exigem paciência, disciplina e gestão de risco.

📌 Conclusão QWERTYING

O mercado atual premia seletividade. Em ciclos de transição, ativos descontados podem oferecer assimetrias interessantes, desde que o investidor entenda que recuperação não é linha reta — é processo.

A seguir – Ações com forte valorização — hora de revisar posição

Cinco ativos que entregaram retornos expressivos e entram no radar para realização parcial de lucro ou rebalanceamento da carteira:

Aura Minerals (AURA33): +634% em 51 meses ou 12,4% mensal

Moura Dubeux (MDNE3): +465% em 51 meses ou 9,1% mensal

Copasa (CSMG3): +340% em 51 meses ou 3,7% mensal

Sabesp (SBSP3): +272% em 51 meses ou 5,3% mensal

Direcional (DIRR3): +243% em 51 meses ou 4,8% mensal

👉 QWERTYING: ganhos fortes pedem disciplina. Lucro não realizado não é lucro. Não esqueça disso: “Camarão que dorme, a onda leva!”

Operações “Swing Trade” Semanais.

ESCOLHAS “QWERTYING” – 20/03/26 – recomendações e oportunidades para comprar na segunda-feira (23/03) e vender na sexta-feira (27/03) “swing trade”, alocação de 20% do valor total disponível em cada um dos ativos que seguem abaixo:
ATIVOSDataPreço de EntradaPreço AlvoPotencial de valorização
1AURA3323/03/26107,6790,00-16,41%
2CSAN323/03/265,109,0076,47%
3CYRE323/03/2625,0542,0067,66%
4BPAC1123/03/2652,7463,0019,45%
5B3SA323/03/2616,1916,00-1,17%

Conclusão | Leitura QWERTYING

O ambiente financeiro atual é dinâmico, mutável e pouco tolerante a improvisos. Nesse contexto, adaptabilidade contínua deixou de ser diferencial e passou a ser requisito básico para geração de valor e controle de risco. Acompanhar tendências, entender novos instrumentos e ajustar estratégias não é opção — é parte do jogo.

É fundamental reforçar: desempenho passado não garante retorno futuro. A trajetória da carteira QWERTYING desde janeiro de 2022 reflete método e disciplina, mas os preços seguem sujeitos a múltiplos vetores — macroeconomia, política, geopolítica e eventos extraordinários — capazes de alterar o cenário de forma abrupta.

Investir em renda variável exige postura informada, critério técnico e disciplina operacional. O apoio de profissionais especializados contribui para alinhar decisões ao perfil de risco, ao horizonte de investimento e aos objetivos patrimoniais de cada investidor.

O momento atual oferece valuations seletivamente atrativos, sobretudo para quem pode trabalhar com horizonte de 12 a 24 meses. Ainda assim, o processo demanda paciência, monitoramento constante e disposição para ajustar posições sempre que a relação risco–retorno deixar de ser favorável.

Reiteramos: as informações aqui apresentadas têm caráter informativo, não configurando recomendação definitiva de investimento. O mercado envolve riscos inerentes, e decisões devem ser tomadas com consciência e preparo.

A volatilidade — parte estrutural dos mercados — reforça a importância da atualização permanente e da consulta a fontes confiáveis. Informação sem filtro gera ruído; informação com método gera decisão.

Participar da B3 ou de mercados internacionais implica riscos relevantes, mas também oportunidades expressivas. Em um ambiente complexo, prudência aliada ao conhecimento contínuo é o que separa estratégia de aposta.

👉 QWERTYING não promete atalhos. Entrega método, leitura e disciplina.Escolhas da Equipe “Carteira QWERTYING”

Empresas brasileiras enfrentam ambiente desafiador, mas algumas mostram sinais de resiliência

Em meio a um cenário macroeconômico pressionado por juros elevados, consumo retraído e incertezas fiscais, diversas empresas brasileiras vêm ajustando suas estratégias para manter a competitividade. A equipe da QWERTYING acompanha de perto o desempenho de 40 companhias listadas na B3 e destaca, a seguir, duas que merecem atenção: uma pelo bom posicionamento estratégico e outra pelos riscos e oportunidades de turnaround.

Cosan (CSAN3):

A Cosan teve um início de ano difícil. Em fevereiro de 2025, reportou prejuízo líquido de R$ 9,3 bilhões no trimestre, impactado por baixas contábeis de R$ 4,7 bilhões relacionadas ao investimento na Vale, além de uma provisão de R$ 2,9 bilhões para imposto de renda diferido. A alavancagem da companhia aumentou: a cobertura de juros caiu para 1,1x, abaixo do 1,2x observado no trimestre anterior — reflexo de menores fluxos de dividendos e aumento dos custos financeiros. Em março, as ações da Cosan eram negociadas a R$ 7,76, acumulando uma queda de 50,85% em 12 meses. Os múltiplos reforçam o momento delicado: P/L negativo de -1,54, P/VP de 0,37 e Dividend Yield de 5,81%. Apesar das dificuldades, analistas apontam que o preço descontado pode atrair investidores dispostos a apostar em uma recuperação de longo prazo. (Fonte: InfoMoney)

SLC Agrícola (SLCE3)

Fundada em 1945, na Cidade de Horizontina (RS), por três famílias de imigrantes alemães, a SLC foi pioneira na implementação da agricultura mecanizada no Brasil, utilizando maquinário agrícola de alta tecnologia. Ao longo dos anos, o foco dos investimentos em terras agricultáveis passou para as regiões Nordeste e Centro-Oeste, onde a companhia tem maior atuação até hoje. Trata-se da melhor empresa do agronegócio brasileiro.

Equipe QWERTYING, 20 de março de 2026

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