As Melhores Oportunidades na B3 | QWERTYING – Edição da 3ª Semana de abril de 2026

Caro leitor,

📈 QWERTYING | Radar do Mercado — Semana de 06/04/26 a 10/04/26.

📊 QWERTYING | Versão dos Fatos — Geopolítica, Inflação e Petróleo

🧭 Geopolítica — negociação sob tensão

Os mercados iniciaram o movimento em compasso de espera diante da aproximação das negociações entre Estados Unidos e Irã. O ambiente segue carregado, com novas exigências por parte do governo iraniano, que condiciona o avanço das conversas à liberação de ativos bloqueados e a um cessar-fogo no Líbano. Ao mesmo tempo, o reforço militar americano no Oriente Médio mantém o nível de risco elevado, indicando que a diplomacia ocorre paralelamente a uma escalada defensiva.

👉 QWERTYING: negociação no radar, mas com alto grau de incerteza geopolítica.

📉 Inflação — pressão reacende via energia

O dado de inflação de março trouxe uma inflexão relevante, mostrando reaceleração puxada principalmente pelos preços de energia. A alta mensal de 0,9% e o avanço anual de 3,3% interrompem a trajetória mais benigna observada anteriormente. O choque nos combustíveis foi expressivo, com aumentos fortes tanto na gasolina quanto no óleo combustível. Em paralelo, a confiança do consumidor desabou para o menor nível histórico, reforçando a deterioração da percepção econômica.

👉 QWERTYING: inflação volta ao centro do jogo e reduz margem para cortes mais agressivos de juros.

🛢️ Petróleo — correção forte, mas mercado apertado

Os preços do petróleo sofreram uma queda expressiva na semana, com recuos superiores a 12% tanto no Brent quanto no WTI — movimento que remete aos momentos mais críticos da pandemia. Apesar disso, o mercado físico segue tensionado, com preços elevados no petróleo à vista, especialmente no Mar do Norte. Essa divergência revela um cenário de ajuste financeiro nas cotações, mas sem alívio efetivo na oferta global.

👉 QWERTYING: queda no preço futuro não significa folga estrutural — oferta segue restrita.

📈 Ações — recuperação sustentada por alívio tático

Mesmo diante do cenário macro desafiador, os mercados acionários registraram alta na semana. O movimento reflete um alívio técnico após quedas anteriores, combinado com expectativas de avanço nas negociações geopolíticas e acomodação parcial do petróleo. Os principais índices americanos fecharam em alta consistente, sinalizando uma melhora momentânea no apetite por risco.

👉 QWERTYING: alta baseada em fluxo e expectativa — ainda sem mudança estrutural de cenário.

⚖️ Leitura Final — volatilidade segue como regra

O conjunto de fatores aponta para um ambiente ainda instável, onde inflação pressionada, petróleo volátil e tensões geopolíticas continuam dominando o comportamento dos mercados. A direção de curto prazo dependerá diretamente da evolução das negociações e da trajetória dos preços de energia.

👉 QWERTYING: mercado segue reativo — mais guiado por eventos do que por fundamentos.

📊 QWERTYING | Versão dos Fatos — Impacto na Bolsa Brasileira


📅 Semana: 06/04/26 a 10/04/26

🧭 Leitura Geral — alta puxada por alívio externo

A bolsa brasileira surpreendeu com uma semana positiva, mesmo em um ambiente doméstico ainda neutro. O movimento foi impulsionado principalmente por melhora no humor global, alívio parcial no petróleo e recomposição de posições após semanas mais pressionadas.

👉 QWERTYING: alta não veio do Brasil — veio do exterior.

📉 Juros — base de sustentação da alta

O corte de 0,25 p.p. segue atuando como suporte para o mercado, ajudando o valuation e favorecendo setores domésticos. Embora o ritmo seja lento, ele cria um piso para os ativos e reduz o risco de quedas mais intensas.

👉 Efeito: consumo, varejo e bancos reagiram melhor.

👉 QWERTYING: juros não puxam, mas sustentam a alta.

🏭 Atividade & Inflação — neutro construtivo

A atividade econômica mostra sinais de retomada gradual, enquanto a inflação ainda exige cautela. Esse equilíbrio não gera euforia, mas também não prejudica os lucros no curto prazo.

👉 Efeito: ambiente estável para resultados corporativos.

👉 QWERTYING: cenário doméstico não atrapalha — e isso já ajuda.

🌍 Cenário Externo — gatilho do movimento

O driver principal da semana foi o exterior: acomodação nos preços do petróleo, expectativa de negociações geopolíticas e percepção de menor pressão imediata sobre juros globais.

👉 Efeito: melhora do apetite por risco e entrada de fluxo em emergentes.

👉 QWERTYING: quando o mundo melhora, o Brasil responde rápido.

📈 Fluxo & Bolsa — recuperação com cara de técnica

O Ibovespa avançou na semana com fluxo mais positivo, especialmente estrangeiro, e recuperação de setores ligados ao ciclo doméstico. Parte do movimento também reflete recomposição após quedas anteriores.

👉 QWERTYING: alta consistente, mas ainda com componente técnico relevante.

⚖️ Leitura Final — alta existe, mas ainda frágil

Apesar do desempenho positivo, o cenário estrutural pouco mudou. A bolsa sobe apoiada em fatores externos e suporte dos juros, mas ainda carece de um gatilho doméstico forte para sustentar tendência mais longa.

👉 QWERTYING FINAL: a bolsa subiu — mas ainda depende do exterior para continuar subindo.

Comportamento das Ações da Carteira

No swing trade do período de 06/04/26 a 10/04/26, das cinco posições da carteira, quatro encerraram no campo positivo, refletindo um cenário neutro ante aos acontecimentos geopolíticos, e que influenciam o mercado:

  • BRBI11: +4,48%
  • ROXO34: +2,85%
  • PETR4: +1,83%
  • LLFT11: +0,27%

Um ativo apresentou desempenho negativo:

  • PRIO3: -0,27%

A diversificação estratégica, permitiu que a carteira acompanhasse o movimento do mercado e resultou em um lucro de +1,93% no período.

Desempenho no Ano — até 10 de abril de 2026

No acumulado de 2026, as operações QWERTYING “Swing Trade” registram uma alta de +19,01%, um desempenho superior ao do Ibovespa, que avançou +20,90% no mesmo período.

A diferença de aproximadamente 1,89 pontos percentuais abaixo do índice, reflete episódios de volatilidade e ajustes táticos realizados neste ano, mantendo a estratégia dentro de uma zona saudável de coerência operacional.

Conclusão | QWERTYING

Reiteramos nosso compromisso em identificar as melhores oportunidades na B3, combinando:

  • Análise técnica rigorosa;
  • Leitura de fluxo;
  • Gestão disciplinada de risco;
  • Ajustes táticos bem executados.

Nossa estratégia permanece sólida para capturar valor à medida que o mercado reencontra seu equilíbrio. Manteremos atenção constante ao fluxo estrangeiro, à política monetária e aos desdobramentos das relações comerciais entre Brasil, BRICS e Estados Unidos — vetores que atualmente são cruciais para a formação de preços e a próxima direção do mercado.

Demonstração Gráfica Swing Trade janeiro26 a abril26

📊 QWERTYING | Análise Detalhada — 5 Ações com Potencial de Recuperação na B3

A equipe QWERTYING acompanha de forma contínua um universo de 40 empresas listadas na B3. Dentro desse radar, alguns ativos atravessaram longos ciclos de queda desde 2022 e hoje começam a apresentar assimetria positiva, cenário típico de oportunidades para investidores com visão de médio e longo prazo. A leitura não é de euforia, mas de possível recuperação cíclica em ativos descontados.

⚡ Cosan (CSAN3) — Turnaround de infraestrutura

📉 Queda acumulada: –74% em 52 meses

📊 Média mensal: –1,4%

Holding estratégica com presença em energia, logística e infraestrutura. A forte correção de preço elevou o risco, mas também ampliou o potencial de retorno caso o ciclo operacional volte a ganhar tração.

➡️ Leitura QWERTYING: fundamentos relevantes, preço deprimido e perfil típico de turnaround — ativo para investidores tolerantes à volatilidade.

🛡️ IRB Brasil Resseguros (IRBR3) — Reação depende do ciclo

📉 Queda acumulada: –51% em 52 meses

📊 Média mensal: –1,0%

Empresa de seguros e resseguros com escala nacional, ainda carregando os efeitos de ciclos macroeconômicos adversos.

➡️ Leitura QWERTYING: papel penalizado pelo ambiente macro, mas com estrutura para reagir caso o cenário econômico e institucional avance em reformas e estabilidade.

👟 Grupo SBF (SBFG3) — Sensível aos juros

📉 Queda acumulada: –39% em 52 meses

📊 Média mensal: –0,8%

Atuando no segmento esportivo, a companhia tende a se beneficiar de um ambiente de crédito mais barato e maior consumo doméstico.

➡️ Leitura QWERTYING: melhora potencial ligada à queda da Selic e à recuperação do consumo — ativo de ciclo econômico.

🏗️ Gerdau (GGBR4) — Base industrial sólida

📉 Queda acumulada: –23% em 52 meses

📊 Média mensal: –0,4%

Gigante do setor de metais e mineração, com forte presença em aço, construção e engenharia, além de escala internacional e base operacional robusta.

➡️ Leitura QWERTYING: empresa madura, exposta ao ciclo global de infraestrutura e commodities — perfil defensivo dentro do setor industrial.

🌾 Telefônica Brasil (VIVT3) — Telecomunicações

📉 Queda acumulada: –11% em 52 meses

📊 Média mensal: –0,2%

A Vivo demonstra margens fortes (EBITDA de 41%) e liderança no segmento pós-pago, sendo vista como boa pagadora de dividendos.

➡️ Leitura QWERTYING: ativo em que vai crescer com vulnerabilidade de seus concorrentes no setor.

🔎 Síntese QWERTYING

Os cinco ativos compartilham um ponto comum:

➡️ longos ciclos de queda

➡️ preços descontados

➡️ potencial de recuperação condicionado ao ambiente macro

Não são papéis de curto prazo — são posições que exigem paciência, disciplina e gestão de risco.

📌 Conclusão QWERTYING

O mercado atual premia seletividade. Em ciclos de transição, ativos descontados podem oferecer assimetrias interessantes, desde que o investidor entenda que recuperação não é linha reta — é processo.

A seguir – Ações com forte valorização — hora de revisar posição

Cinco ativos que entregaram retornos expressivos e entram no radar para realização parcial de lucro ou rebalanceamento da carteira:

Aura Minerals (AURA33): +1.052% em 52 meses ou 20,2% mensal

Moura Dubeux (MDNE3): +535% em 52 meses ou 10,3% mensal

Copasa (CSMG3): +386% em 52 meses ou 7,4% mensal

Sabesp (SBSP3): +327% em 52 meses ou 6,3% mensal

Direcional (DIRR3): +227% em 52 meses ou 5,1% mensal

👉 QWERTYING: ganhos fortes pedem disciplina. Lucro não realizado não é lucro. Não esqueça disso: “Camarão que dorme, a onda leva!”

Operações “Swing Trade” Semanais.

ESCOLHAS “QWERTYING” – 10/04/26 – recomendações e oportunidades para comprar na segunda-feira (13/04) e vender na sexta-feira (17/04) “swing trade”, alocação de 20% do valor total disponível em cada um dos ativos que seguem abaixo:
ATIVOSDataPreço de EntradaPreço AlvoPotencial de valorização
1SMFT313/04/2618,9432,0068,95%
2EUCA413/04/2621,3413,00-39,08%
3SAPR1113/04/2645,4445,901,01%
4PRIO313/04/2667,6564,00-5,40%
5MDNE313/04/2632,4938,0016,96%

Conclusão | Leitura QWERTYING

O ambiente financeiro atual é dinâmico, mutável e pouco tolerante a improvisos. Nesse contexto, adaptabilidade contínua deixou de ser diferencial e passou a ser requisito básico para geração de valor e controle de risco. Acompanhar tendências, entender novos instrumentos e ajustar estratégias não é opção — é parte do jogo.

É fundamental reforçar: desempenho passado não garante retorno futuro. A trajetória da carteira QWERTYING desde janeiro de 2022 reflete método e disciplina, mas os preços seguem sujeitos a múltiplos vetores — macroeconomia, política, geopolítica e eventos extraordinários — capazes de alterar o cenário de forma abrupta.

Investir em renda variável exige postura informada, critério técnico e disciplina operacional. O apoio de profissionais especializados contribui para alinhar decisões ao perfil de risco, ao horizonte de investimento e aos objetivos patrimoniais de cada investidor.

O momento atual oferece valuations seletivamente atrativos, sobretudo para quem pode trabalhar com horizonte de 12 a 24 meses. Ainda assim, o processo demanda paciência, monitoramento constante e disposição para ajustar posições sempre que a relação risco–retorno deixar de ser favorável.

Reiteramos: as informações aqui apresentadas têm caráter informativo, não configurando recomendação definitiva de investimento. O mercado envolve riscos inerentes, e decisões devem ser tomadas com consciência e preparo.

A volatilidade — parte estrutural dos mercados — reforça a importância da atualização permanente e da consulta a fontes confiáveis. Informação sem filtro gera ruído; informação com método gera decisão.

Participar da B3 ou de mercados internacionais implica riscos relevantes, mas também oportunidades expressivas. Em um ambiente complexo, prudência aliada ao conhecimento contínuo é o que separa estratégia de aposta.

👉 QWERTYING não promete atalhos. Entrega método, leitura e disciplina.Escolhas da Equipe “Carteira QWERTYING”

Empresas brasileiras enfrentam ambiente desafiador, mas algumas mostram sinais de resiliência

Em meio a um cenário macroeconômico pressionado por juros elevados, consumo retraído e incertezas fiscais, diversas empresas brasileiras vêm ajustando suas estratégias para manter a competitividade. A equipe da QWERTYING acompanha de perto o desempenho de 40 companhias listadas na B3 e destaca, a seguir, duas que merecem atenção: uma pelo bom posicionamento estratégico e outra pelos riscos e oportunidades de turnaround.

Cosan (CSAN3):

A Cosan teve um início de ano difícil. Em fevereiro de 2025, reportou prejuízo líquido de R$ 9,3 bilhões no trimestre, impactado por baixas contábeis de R$ 4,7 bilhões relacionadas ao investimento na Vale, além de uma provisão de R$ 2,9 bilhões para imposto de renda diferido. A alavancagem da companhia aumentou: a cobertura de juros caiu para 1,1x, abaixo do 1,2x observado no trimestre anterior — reflexo de menores fluxos de dividendos e aumento dos custos financeiros. Em março, as ações da Cosan eram negociadas a R$ 7,76, acumulando uma queda de 50,85% em 12 meses. Os múltiplos reforçam o momento delicado: P/L negativo de -1,54, P/VP de 0,37 e Dividend Yield de 5,81%. Apesar das dificuldades, analistas apontam que o preço descontado pode atrair investidores dispostos a apostar em uma recuperação de longo prazo. (Fonte: InfoMoney)

IRB Brasil RE (IRBR3)

O IRB Brasil RE é uma empresa especializada em resseguro. Em termos gerais, a empresa assume o compromisso de indenizar outras seguradoras por prejuízos que possam ocorrer em decorrência de suas apólices. Em troca recebe parte dos prêmios. O ressegurador ainda dispõe de um recurso chamado retrocessão, pelo qual repassa parte das responsabilidades que assumiu para outro ressegurador, com o objetivo de proteger seu patrimônio

Atuando com foco na América Latina, o IRB também está presente na Europa, África, Ásia, Oriente Médio e América do Norte. Suas linhas de negócios incluem setores como Riscos Aeronáuticos, Riscos de Engenharia, Óleo e Gás, Linhas Financeiras, entre outros.

Fundada como estatal em 1939, a empresa se chamava apenas Instituto de Resseguros do Brasil. Em 1996 tornou-se uma sociedade de economia mista e passou a se chamar IRB Brasil Resseguros S.A. Em 2007 o IRB perdeu o monopólio de mercado e em 2013 foi privatizado.

Equipe QWERTYING, 10 de abril de 2026

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