As Melhores Oportunidades na B3 | QWERTYING – Edição da 3ª Semana de Fevereiro de 2026

Caro leitor,

📈 QWERTYING | Radar do Mercado — Semana de 16 a 20 de fevereiro de 2026

📊 QWERTYING | Leitura Direta — Tarifa Cai, Incerteza Fica

A Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou uma parte relevante do arcabouço tarifário construído por Donald Trump ao invalidar medidas adotadas com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA). Na prática, deixam de valer as chamadas tarifas recíprocas aplicadas contra diversos países para reduzir desequilíbrios comerciais, além das sobretaxas direcionadas a China, México e Canadá, justificadas pelo combate ao fluxo de fentanil. Ao mesmo tempo, permanecem intactas as tarifas setoriais sobre automóveis, aço, alumínio e cobre, mantidas sob a autoridade da Seção 232 — preservando uma parte importante da proteção industrial americana.

🧭 Resposta rápida de Trump: nova rota legal

Sem perder tempo, Trump sinalizou a adoção imediata de uma tarifa global de 10%, agora com base na Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, que permite sobretaxas temporárias por até 150 dias. Em paralelo, o governo pretende abrir novas investigações sob a Seção 301, mecanismo que pode resultar em tarifas mais estruturais e de maior duração. Em outras palavras: muda o instrumento, mas a lógica protecionista segue no radar.

⚖️ Mercado ainda sem mapa claro


A decisão abre um novo capítulo de incertezas. Investidores tentam precificar três vetores principais:

  • quais tarifas podem emergir das novas investigações;
  • o destino de acordos comerciais já firmados;
  • e a possibilidade — ainda em aberto — de reembolso pelo Tesouro americano aos agentes que pagaram tarifas agora anuladas.

O julgamento não esclareceu esse último ponto, mantendo um vetor adicional de risco jurídico e fiscal.

📈 Reação imediata dos ativos

Mesmo com o cenário ainda nebuloso, Wall Street escolheu a leitura mais otimista no curto prazo. O alívio tarifário impulsionou os índices: Dow Jones +0,8% (231 pontos), S&P 500 +0,7% e Nasdaq +0,9%, refletindo a percepção de menor pressão inflacionária via comércio — ao menos por enquanto.

🔎 Leitura QWERTYING

O mercado comemorou o alívio, mas o pano de fundo continua volátil. A política comercial americana entra novamente em fase de transição — e, como sempre, mudança de regra abre espaço tanto para oportunidade quanto para risco.

📊 QWERTYING | Leitura Brasil — Semana de 16 a 20/02/2026

O Brasil encerrou a semana em um ambiente de crescimento moderado e cautela tática, sustentando a narrativa de pouso suave para 2026. Após um 2025 mais forte, o mercado segue ajustando expectativas para um PIB entre 1,6% e 2,0%, refletindo a combinação de juros ainda elevados, restrições fiscais e um cenário externo mais ruidoso — com destaque para a escalada das discussões comerciais nos Estados Unidos e seus efeitos potenciais sobre o fluxo global de capital.

No campo doméstico, o fiscal permaneceu no centro da precificação. O déficit acumulado e o nível elevado da dívida pública continuam limitando o espaço para políticas expansionistas, mantendo o prêmio de risco pressionado. A leitura predominante foi direta: sem sinais concretos de ajuste estrutural, o custo de capital no Brasil tende a permanecer alto, deixando o câmbio sensível a ruídos políticos e ao ambiente externo.

No front monetário, a inflação segue administrável, ainda próxima ao teto da meta, enquanto o consenso projeta desaceleração gradual ao longo do ano. A curva de juros passou a embutir expectativa de queda lenta da Selic, mas condicionada à credibilidade fiscal e ao comportamento do câmbio — em síntese, o mercado aceita cortes, desde que acompanhados de disciplina econômica.

Nos ativos, a seletividade ganhou força. Empresas ligadas a tecnologia, dados e ganhos de produtividade mantiveram viés estrutural mais favorável, enquanto setores mais dependentes de crédito — como varejo e construção — mostraram maior sensibilidade ao ambiente de juros altos. O agronegócio seguiu como ponto de estabilidade, sustentando fluxo externo e geração de divisas.

O sentimento predominante foi de cautela construtiva: sem euforia, mas também sem ruptura. Investidores operaram de forma mais seletiva, priorizando balanços sólidos, geração de caixa e menor alavancagem. O custo de vida e o patamar ainda elevado dos juros continuam limitando uma melhora mais acelerada da percepção econômica doméstica.

🔎 Leitura QWERTYING — Síntese da Semana
A trajetória econômica brasileira carrega desafios estruturais históricos, marcados por concentração de renda e acesso desigual a ativos produtivos e educação ao longo do tempo. Essa herança ajuda a explicar parte das limitações de produtividade e inclusão econômica observadas ainda hoje, influenciando o potencial de crescimento de longo prazo do país.

No curto prazo, o Brasil permanece em transição: crescimento moderado, inflação relativamente controlada e fiscal ainda desafiador. O eixo central segue inalterado: credibilidade fiscal e trajetória da Selic. Se o ajuste avançar, o prêmio de risco tende a comprimir; se falhar, câmbio e juros longos tendem a assumir o papel de ajuste automático.

➡️ Conclusão QWERTYING: 2026 começa menos exuberante e mais técnico — um mercado que exige disciplina, leitura tática e seletividade.

Desempenho da Carteira QWERTYING

O ambiente continua receptivo ao capital, a carteira QWERTYING acompanhou o movimento de alta do mercado. Registramos um desempenho de +2,96% no período, em linha com o benchmark. Este resultado reflete ajustes semanais, metodológicos e pontuais, sem desviar da disciplina operacional que é o pilar da estratégia QWERTYING.

O Ibovespa encerrou o período com alta de +2,28%, consolidando em elevação à região dos 190 mil pontos, impulsionado pela melhora gradual da confiança de investidores institucionais e estrangeiros. Nosso modelo, focado em operações de curto prazo e análise tática de mercado, absorveu os efeitos do reajuste global. A volatilidade moderada e a seletividade dos fluxos reforçaram a importância do controle de risco, da leitura de preço e da execução disciplinada — pilares essenciais para a resiliência do nosso sistema.

Em síntese: o cenário permanece promissor e potencialmente favorável, mas exige vigilância. O mercado continua a recompensar a metodologia, a seletividade e a gestão ativa — características intrínsecas à abordagem QWERTYING.

Comportamento das Ações da Carteira

No curto período de 16 a 20 de fevereiro de 2026, das cinco posições da carteira, todas encerraram no campo positivo, refletindo o otimismo predominante no mercado:

  • BRBI11: +5,14%
  • SMFT3: +3,82%
  • ROXO34: +3,27%
  • PSSA3: +1,77%
  • MOTV3: +0,80%

A diversificação demonstrou sua resiliência, permitindo que a carteira acompanhasse o viés positivo do mercado e resultasse em um lucro de +2,96% no período.

📊 QWERTYING | Impacto no Brasil — Tarifa Cai, Incerteza Fica

A decisão da Suprema Corte dos EUA reduziu parte das tarifas, mas não eliminou o viés protecionista americano. Para o Brasil, os efeitos se espalham por fluxo de capital, câmbio, commodities e bolsa — com impacto mais financeiro do que econômico imediato.

🌎 Fluxo Global de Capital — alívio parcial

Menor risco de guerra comercial no curto prazo reduz pressões inflacionárias nos EUA e melhora o ambiente global de risco.

➡️ Emergentes, como o Brasil, tendem a receber fluxo marginal positivo.

📌 Leitura QWERTYING: melhora o apetite por ativos brasileiros, mas sem mudança estrutural.

💵 Câmbio — volatilidade permanece

Apesar do alívio inicial, novas ameaças tarifárias mantêm o cenário imprevisível.

➡️ Dólar global mais volátil

➡️ Real ainda dependente do humor externo

📌 Leitura QWERTYING: alívio possível, risco ainda presente.

🏭 Indústria brasileira — efeito limitado

Tarifas setoriais sobre aço, alumínio, cobre e automóveis seguem vigentes.

➡️ Exportadores brasileiros continuam enfrentando barreiras

➡️ Competição global pode aumentar

📌 Sem ganho estrutural para a indústria nacional.

🌾 Commodities — impacto indireto

Menos tensão comercial favorece crescimento global e sustenta preços.

Mas novas tarifas podem reverter o movimento.

📌 Cenário ainda dependente da política comercial americana.

📈 Bolsa brasileira — leitura tática

O alívio em Wall Street reduz medo inflacionário e pode aliviar juros externos.

➡️ emergentes e ações cíclicas brasileiras tendem a se beneficiar.

📌 Porém, a falta de clareza limita movimentos mais fortes.

🔎 Leitura QWERTYING — Síntese

➡️ Protecionismo americano segue vivo

➡️ Regras do comércio global continuam em transição

➡️ Volatilidade externa permanece no radar

Para o Brasil: fluxo externo mais oportunista, câmbio sensível e seletividade maior na bolsa.

📌 Conclusão QWERTYING

O mercado ganhou um respiro, não um novo ciclo.

🎯 Em linguagem de mercado: menos pressão no curto prazo, mas sem estabilidade estrutural garantida.

Desempenho no Ano — até 20 de fevereiro de 2026

No acumulado de 2026, a carteira QWERTYING registra uma alta de +16,87%, um desempenho similar ao do Ibovespa, que avançou +17,02% no mesmo período.

A diferença de aproximadamente 0,15 pontos percentuais abaixo do índice reflete episódios de menor volatilidade e ajustes táticos realizados neste início do ano, mantendo a estratégia dentro de uma zona saudável de coerência operacional.

Conclusão | QWERTYING

Reiteramos nosso compromisso em identificar as melhores oportunidades na B3, combinando:

  • Análise técnica rigorosa;
  • Leitura de fluxo;
  • Gestão disciplinada de risco;
  • Ajustes táticos bem executados.

Nossa estratégia permanece sólida para capturar valor à medida que o mercado reencontra seu equilíbrio. Manteremos atenção constante ao fluxo estrangeiro, à política monetária e aos desdobramentos das relações comerciais entre Brasil, BRICS e Estados Unidos — vetores que atualmente são cruciais para a formação de preços e a próxima direção do mercado.

Demonstração Gráfica janeiro26 a Fevereiro26

📊 QWERTYING | Análise Detalhada — 5 Ações com Potencial de Recuperação na B3

A equipe QWERTYING acompanha de forma contínua um universo de 40 empresas listadas na B3. Dentro desse radar, alguns ativos atravessaram longos ciclos de queda desde 2022 e hoje começam a apresentar assimetria positiva, cenário típico de oportunidades para investidores com visão de médio e longo prazo. A leitura não é de euforia, mas de possível recuperação cíclica em ativos descontados.

⚡ Cosan (CSAN3) — Turnaround de infraestrutura

📉 Queda acumulada: –69% em 50 meses

📊 Média mensal: –1,4%

Holding estratégica com presença em energia, logística e infraestrutura. A forte correção de preço elevou o risco, mas também ampliou o potencial de retorno caso o ciclo operacional volte a ganhar tração.

➡️ Leitura QWERTYING: fundamentos relevantes, preço deprimido e perfil típico de turnaround — ativo para investidores tolerantes à volatilidade.

🛡️ IRB Brasil Resseguros (IRBR3) — Reação depende do ciclo

📉 Queda acumulada: –48% em 50 meses

📊 Média mensal: –1,0%

Empresa de seguros e resseguros com escala nacional, ainda carregando os efeitos de ciclos macroeconômicos adversos.

➡️ Leitura QWERTYING: papel penalizado pelo ambiente macro, mas com estrutura para reagir caso o cenário econômico e institucional avance em reformas e estabilidade.

👟 Grupo SBF (SBFG3) — Sensível aos juros

📉 Queda acumulada: –39% em 50 meses

📊 Média mensal: –0,8%

Atuando no segmento esportivo, a companhia tende a se beneficiar de um ambiente de crédito mais barato e maior consumo doméstico.

➡️ Leitura QWERTYING: melhora potencial ligada à queda da Selic e à recuperação do consumo — ativo de ciclo econômico.

🏗️ Gerdau (GGBR4) — Base industrial sólida

📉 Queda acumulada: –22% em 50 meses

📊 Média mensal: –0,4%

Gigante do setor de metais e mineração, com forte presença em aço, construção e engenharia, além de escala internacional e base operacional robusta.

➡️ Leitura QWERTYING: empresa madura, exposta ao ciclo global de infraestrutura e commodities — perfil defensivo dentro do setor industrial.

🌾 SLC Agrícola (SLCE3) — Agro como âncora

📉 Queda acumulada: –21% em 50 meses

📊 Média mensal: –0,4%

Player consolidado do agronegócio brasileiro, setor que continua sendo um dos principais motores de geração de divisas do país.

➡️ Leitura QWERTYING: ativo em região de estresse prolongado, com potencial de recuperação cíclica para médio e longo prazo.

🔎 Síntese QWERTYING

Os cinco ativos compartilham um ponto comum:

➡️ longos ciclos de queda

➡️ preços descontados

➡️ potencial de recuperação condicionado ao ambiente macro

Não são papéis de curto prazo — são posições que exigem paciência, disciplina e gestão de risco.

📌 Conclusão QWERTYING

O mercado atual premia seletividade. Em ciclos de transição, ativos descontados podem oferecer assimetrias interessantes, desde que o investidor entenda que recuperação não é linha reta — é processo.

A seguir – Ações com forte valorização — hora de revisar posição

Cinco ativos que entregaram retornos expressivos e entram no radar para realização parcial de lucro ou rebalanceamento da carteira:

Aura Minerals (AURA33): +774% em 50 meses ou 15,5% mensal

Moura Dubeux (MDNE3): +569% em 50 meses ou 11,4% mensal

Copasa (CSMG3): +383% em 50 meses ou 7,7% mensal

Direcional (DIRR3): +332% em 50 meses ou 6,6% mensal

Sabesp (SBSP3): +283% em 50 meses ou 5,7% mensal

👉 QWERTYING: ganhos fortes pedem disciplina. Lucro não realizado não é lucro. Não esqueça disso: “Camarão que dorme, a onda leva!”

Operações “Swing Trade” Semanais.

ESCOLHAS “QWERTYING” – 20/02/26 – recomendações e oportunidades para comprar na segunda-feira (23/02) e vender na sexta-feira (27/02) “swing trade”, alocação de 20% do valor total disponível em cada um dos ativos que seguem abaixo:
ATIVOSDataPreço de EntradaPreço AlvoPotencial de valorização
1WEGE323/02/2652,2146,00-11,89%
2VIVT323/02/2640,7536,00-11,66%
3VALE323/02/2686,3771,00-17,80%
4MELI3423/02/2686,25126,0046,09%
5SBSP323/02/26153,10172,406,07%

Conclusão | Leitura QWERTYING

O ambiente financeiro atual é dinâmico, mutável e pouco tolerante a improvisos. Nesse contexto, adaptabilidade contínua deixou de ser diferencial e passou a ser requisito básico para geração de valor e controle de risco. Acompanhar tendências, entender novos instrumentos e ajustar estratégias não é opção — é parte do jogo.

É fundamental reforçar: desempenho passado não garante retorno futuro. A trajetória da carteira QWERTYING desde janeiro de 2022 reflete método e disciplina, mas os preços seguem sujeitos a múltiplos vetores — macroeconomia, política, geopolítica e eventos extraordinários — capazes de alterar o cenário de forma abrupta.

Investir em renda variável exige postura informada, critério técnico e disciplina operacional. O apoio de profissionais especializados contribui para alinhar decisões ao perfil de risco, ao horizonte de investimento e aos objetivos patrimoniais de cada investidor.

O momento atual oferece valuations seletivamente atrativos, sobretudo para quem pode trabalhar com horizonte de 12 a 24 meses. Ainda assim, o processo demanda paciência, monitoramento constante e disposição para ajustar posições sempre que a relação risco–retorno deixar de ser favorável.

Reiteramos: as informações aqui apresentadas têm caráter informativo, não configurando recomendação definitiva de investimento. O mercado envolve riscos inerentes, e decisões devem ser tomadas com consciência e preparo.

A volatilidade — parte estrutural dos mercados — reforça a importância da atualização permanente e da consulta a fontes confiáveis. Informação sem filtro gera ruído; informação com método gera decisão.

Participar da B3 ou de mercados internacionais implica riscos relevantes, mas também oportunidades expressivas. Em um ambiente complexo, prudência aliada ao conhecimento contínuo é o que separa estratégia de aposta.

👉 QWERTYING não promete atalhos. Entrega método, leitura e disciplina.Escolhas da Equipe “Carteira QWERTYING”

Empresas brasileiras enfrentam ambiente desafiador, mas algumas mostram sinais de resiliência

Em meio a um cenário macroeconômico pressionado por juros elevados, consumo retraído e incertezas fiscais, diversas empresas brasileiras vêm ajustando suas estratégias para manter a competitividade. A equipe da QWERTYING acompanha de perto o desempenho de 40 companhias listadas na B3 e destaca, a seguir, duas que merecem atenção: uma pelo bom posicionamento estratégico e outra pelos riscos e oportunidades de turnaround.

Cosan (CSAN3):

A Cosan teve um início de ano difícil. Em fevereiro de 2025, reportou prejuízo líquido de R$ 9,3 bilhões no trimestre, impactado por baixas contábeis de R$ 4,7 bilhões relacionadas ao investimento na Vale, além de uma provisão de R$ 2,9 bilhões para imposto de renda diferido. A alavancagem da companhia aumentou: a cobertura de juros caiu para 1,1x, abaixo do 1,2x observado no trimestre anterior — reflexo de menores fluxos de dividendos e aumento dos custos financeiros. Em março, as ações da Cosan eram negociadas a R$ 7,76, acumulando uma queda de 50,85% em 12 meses. Os múltiplos reforçam o momento delicado: P/L negativo de -1,54, P/VP de 0,37 e Dividend Yield de 5,81%. Apesar das dificuldades, analistas apontam que o preço descontado pode atrair investidores dispostos a apostar em uma recuperação de longo prazo. (Fonte: InfoMoney)

SLC Agrícola (SLCE3)

Fundada em 1945, na Cidade de Horizontina (RS), por três famílias de imigrantes alemães, a SLC foi pioneira na implementação da agricultura mecanizada no Brasil, utilizando maquinário agrícola de alta tecnologia. Ao longo dos anos, o foco dos investimentos em terras agricultáveis passou para as regiões Nordeste e Centro-Oeste, onde a companhia tem maior atuação até hoje. Trata-se da melhor empresa do agronegócio brasileiro.

Equipe QWERTYING, 20 de fevereiro de 2026

ARTIGOS RELACIONADOS:

Autor:

Assine A Nossa Newsletter

Informe o seu nome e email