As Melhores Oportunidades na B3 | QWERTYING – Edição da 1ª Semana de julho de 2026

Caro leitor,

📊 QWERTYING | Mercado Global — emprego desacelera e tecnologia amplia perdas

🧭 Leitura Geral — emprego mais fraco reduz pressão sobre os juros

A criação de empregos nos Estados Unidos desacelerou em junho, com 57 mil novas vagas, abaixo das 129 mil de maio e das 115 mil esperadas pelo mercado. O resultado levou os investidores a reduzirem as apostas em novas altas de juros pelo Federal Reserve.

👉 QWERTYING: o mercado de trabalho começa a perder força, reduzindo a pressão sobre os juros, mas aumentando as dúvidas sobre o ritmo da economia americana.

Tecnologia — chips lideram nova rodada de perdas

Na semana passada as ações de semicondutores recuaram pelo segundo dia consecutivo. O índice PHLX Semiconductor caiu 5,4%, com forte pressão sobre as fabricantes de memória. Sandisk perdeu 14,1% e Samsung Electronics recuou 9,1%, enquanto Tesla caiu 7,5% e Meta perdeu 4,9%. O Nasdaq encerrou o dia em queda de 0,8%.

👉 QWERTYING: a correção nas empresas ligadas à inteligência artificial e aos semicondutores ganha força, mostrando que o mercado começa a questionar parte das fortes valorizações recentes.

Empresas — Rivian surpreende, enquanto crédito privado segue pressionado

A Rivian avançou 8,4% após entregar 12.194 veículos no segundo trimestre, superando suas próprias projeções e o resultado registrado no mesmo período do ano passado.

No crédito privado, investidores solicitaram US$ 4,7 bilhões em resgates de dois importantes fundos da Blue Owl Capital. O volume caiu em relação ao trimestre anterior, mas continua elevado, especialmente no fundo focado em tecnologia.

👉 QWERTYING: enquanto resultados operacionais ainda criam oportunidades pontuais, os elevados resgates no crédito privado mostram que os investidores continuam reduzindo exposição aos segmentos considerados mais arriscados.

Conclusão — menos pressão nos juros, mais cautela com o risco

A desaceleração do emprego favorece a perspectiva de juros menos pressionados, mas a forte correção das ações de tecnologia e os resgates no crédito privado reforçam um ambiente de maior seletividade.

👉 QWERTYING: o mercado começa a trocar a euforia por cautela — juros podem ajudar, mas valuations elevados e sinais de desaceleração econômica aumentam a importância da seleção de ativos.

📊 QWERTYING | Mercado Doméstico — melhora do cenário devolve espaço para oportunidades

🧭 Leitura Geral — mercado volta a olhar os fundamentos

O humor do mercado brasileiro melhorou nos últimos dias. A combinação entre inflação mais comportada, queda do petróleo e uma comunicação mais consistente do Banco Central reduziu parte das preocupações com juros e atividade econômica.

O cenário ainda exige cautela, mas o mercado começa a abandonar parte do pessimismo recente e volta a discutir oportunidades que, há poucas semanas, pareciam menos atrativas.

👉 QWERTYING: quando o cenário macroeconômico melhora, mesmo que parcialmente, empresas com bons fundamentos voltam rapidamente ao radar dos investidores.

Mercado — seletividade continua sendo a principal estratégia

A melhora das expectativas não significa que todos os ativos passaram a oferecer boas oportunidades. Juros ainda elevados e incertezas econômicas continuam exigindo maior disciplina na escolha das empresas.

Nesse ambiente, algumas teses voltaram a apresentar uma relação risco-retorno interessante, especialmente companhias com geração de caixa previsível, vantagens competitivas e capacidade de crescimento.

👉 QWERTYING: o momento não parece ser de comprar o mercado inteiro, mas de selecionar empresas capazes de atravessar períodos de maior volatilidade.

Carteira — previsibilidade encontra novas avenidas de crescimento

Entre as oportunidades identificadas está uma companhia que combina geração de caixa previsível, fortes barreiras de entrada e potencial de expansão ligado ao crescimento dos mercados de biogás e energia.

Essa combinação entre estabilidade operacional e novas avenidas de crescimento melhora a relação risco-retorno da tese e ajuda a explicar sua entrada na carteira neste momento.

👉 QWERTYING: em um mercado ainda marcado por incertezas, previsibilidade de caixa, vantagens competitivas e crescimento podem representar uma combinação interessante para capturar oportunidades sem abandonar a cautela.

O Ibovespa subiu 0,64%, próximo dos 173 mil pontos, beneficiado pelo emprego mais fraco nos Estados Unidos, que reduziu o temor de novas altas de juros pelo Fed.

A bolsa chegou a subir mais de 1%, mas perdeu força com a queda das ações de tecnologia em Nova York e a alta dos juros futuros no Brasil.

👉 QWERTYING: o cenário externo melhorou, mas as preocupações fiscais continuam limitando o avanço da bolsa.

Juros e atividade — economia mais fraca favorece cortes da Selic

A produção industrial caiu 0,2% em maio, reforçando os sinais de desaceleração da economia brasileira. O dado aumenta o espaço para a continuidade dos cortes da Selic.

Por outro lado, as preocupações com as contas públicas mantêm os juros de longo prazo elevados.

👉 QWERTYING: atividade mais fraca ajuda o Banco Central a cortar juros, mas o risco fiscal impede uma queda mais consistente da curva.

Câmbio — dólar permanece próximo de R$ 5,20

O dólar chegou a cair mais de 1%, mas encerrou praticamente estável, próximo de R$ 5,20. Commodities mais fracas, incertezas eleitorais e ruídos entre Brasil e Estados Unidos limitaram a valorização do real.

Conclusão — melhora com cautela

O cenário começa a ficar mais favorável para os ativos brasileiros, com menor pressão sobre os juros americanos e sinais de desaceleração da economia doméstica.

👉 QWERTYING: o mercado encontra espaço para melhorar, mas o risco fiscal continua sendo o principal obstáculo para uma alta mais consistente da bolsa.

No período de swing trade entre 29/06/26 e 03/07/26, das cinco posições da carteira três encerraram com desempenho positivo, refletindo o ambiente de média credibilidade com o Brasil, diante da possibilidade de término da ameaça tarifária aos produtos diversos pelos USA o mercado se ajustou:

• EUCA4: +2,07%

• VALE3: +1,18%

• PETR4: +0,76%

Dois ativos apresentaram desempenho negativo:

• PRIO3: -0,62%

• SLCE3: -2,66%

A diversificação estratégica, permitiu que a carteira reverberasse o movimento positivo do mercado e resultou em um lucro de +0,34% no período.

Desempenho no ano — até 26 de junho de 2026

No acumulado de 2026, as operações QWERTYING de swing trade apresentam valorização de +12,21%. Apesar do resultado positivo, obteve desempenho melhor ante ao Ibovespa, que avançou +8,64% no ano.

A diferença de cerca de 3,57 ponto percentual, ligeiramente acima, em relação ao índice reflete um clima defensivo e ajustes táticos ao longo do ano. Diante disso, a estratégia permanece consistente do ponto de vista operacional, com expectativa de melhora de performance nos próximos ciclos.

Conclusão | QWERTYING

Reiteramos nosso compromisso em identificar as melhores oportunidades na B3, combinando:

  • Análise técnica rigorosa;
  • Leitura de fluxo;
  • Gestão disciplinada de risco;
  • Ajustes táticos bem executados.

Nossa estratégia permanece sólida para capturar valor à medida que o mercado reencontra seu equilíbrio. Manteremos atenção constante ao fluxo estrangeiro, à política monetária e aos desdobramentos das relações comerciais entre Brasil, BRICS e Estados Unidos — vetores que atualmente são cruciais para a formação de preços e a direção do mercado.

Demonstração Gráfica Swing Trade janeiro26 a julho26

📊 QWERTYING | Análise Detalhada — 5 Ações que mais se desvalorizaram e na visão da equipe possuem o Potencial de Recuperação na B3

A equipe QWERTYING acompanha de forma contínua um universo de 40 empresas listadas na B3. Dentro desse radar, alguns ativos atravessaram longos ciclos de queda desde 2022 e hoje começam a apresentar assimetria positiva, cenário típico de oportunidades para investidores com visão de médio e longo prazo. A leitura não é de euforia, mas de possível recuperação cíclica em ativos que estão bem descontados.

⚡ Cosan (CSAN3) — O ciclo Turnaround de infraestrutura, de nada resultou até aqui

📉 Queda acumulada: –82% em 55 meses

📊 Média mensal: –1,5%

Holding estratégica com presença em energia, logística e infraestrutura. A forte correção de preço elevou o risco, mas também ampliou o potencial de retorno caso o ciclo operacional volte a ganhar tração.

➡️ Leitura QWERTYING: fundamentos relevantes, preço deprimido e perfil típico de turnaround — ativo para investidores tolerantes à volatilidade.

Axia Energia (AXIA3) — Dinâmica das chuvas e Preço da Energia

📉 Queda acumulada: –9% em 9 meses

📊 Média mensal: –1,2%

O bom retorno da Axia Energia (antiga Eletrobras) depende fundamentalmente do comportamento dos preços de energia no curto prazo, da distribuição de suas reservas bilionárias de lucros e da melhora contínua na governança corporativa após a privatização

➡️ Leitura QWERTYING: O destravamento de valor depende de como a empresa irá remunerar os acionistas com suas reservas bilionárias, bem como das estratégias de recompra de ações.

👟 Grupo SBF (SBFG3) — Sensível aos juros

📉 Queda acumulada: –51% em 55 meses

📊 Média mensal: –0,9%

Atuando no segmento esportivo, a companhia tende a se beneficiar de um ambiente de crédito mais barato e maior consumo doméstico.

➡️ Leitura QWERTYING: melhora potencial ligada à queda da Selic e à recuperação do consumo — ativo de ciclo econômico.

SLC Agrícola (SLCE3):

Queda acumulada: –38% em 55 meses

Média mensal: –0,7%

Player consolidado no agronegócio brasileiro, traciona a economia nacional esse potencial é nosso.

👉 QWERTYING: ativo em região de estresse prolongado, com potencial de recuperação cíclica. Compra para médio/longo prazo.

🏗️ Lojas Renner (LREN3) — Sensível aos juros

📉 Queda acumulada: –36% em 55 meses

📊 Média mensal: –0,7%

A Renner vem caindo mês a mês, em linha com o setor de vestuário e pela possível alteração na legislação fiscal. Ainda assim, mantemos confiança na tese para o ano, com espaço para expansão de margem, boa geração de caixa e valuation atrativo.

➡️ Leitura QWERTYING: empresa madura, exposta ao ciclo do mercado brasileiro.

🔎 Síntese QWERTYING

Os cinco ativos compartilham um ponto comum:

➡️ longos ciclos de queda

➡️ preços por demais descontados

➡️ potencial de recuperação condicionado ao ambiente macro

Não são papéis de curto prazo — são posições que exigem paciência, disciplina e gestão de risco.

📌 Conclusão QWERTYING

O mercado atual premia seletividade. Em ciclos de transição, ativos descontados podem oferecer assimetrias interessantes, desde que o investidor entenda que recuperação não é linha reta — é processo.

A seguir – Ações com forte valorização nos últimos 5 anos — hora de revisar posição

Cinco ativos que entregaram retornos expressivos e entram no radar para realização parcial de lucro ou rebalanceamento da carteira:

Aura Minerals (AURA33): +679% em 55 meses ou 12,6% mensal

Moura Dubeux (MDNE3): +487% em 55 meses ou 9,0% mensal

Cury S/A (CURY3): +424% em 55 meses ou 7,9% mensal

Copasa (CSMG3): +411% em 55 meses ou 7,6% mensal

Sabesp (SBSP3): +280% em 55 meses ou 5,2% mensal

👉 QWERTYING: ganhos fortes pedem disciplina. Lucro não realizado não é lucro. Não esqueça disso: “Camarão que dorme, a onda leva!”

Operações “Swing Trade” Semanais.

ESCOLHAS “QWERTYING” – 03/07/26 – recomendações e oportunidades para comprar na segunda-feira (06/07) e vender na sexta-feira (10/07) “swing trade”, alocação de 20% do valor total disponível em cada um dos ativos que seguem abaixo:
ATIVOSDataPreço de EntradaPreço AlvoPotencial de valorização
1SBFG306/07/2610,3020,0094,17%
2RENT306/07/2641,4562,0049,58%
3AXIA306/07/2653,9763,3017,29%
4SLCE306/07/2612,8116,4028,02%
5RADL306/07/2617,0731,0081,61%

Conclusão | Leitura QWERTYING

O ambiente financeiro atual é dinâmico, mutável e pouco tolerante a improvisos. Nesse contexto, adaptabilidade contínua deixou de ser diferencial e passou a ser requisito básico para geração de valor e controle de risco. Acompanhar tendências, entender novos instrumentos e ajustar estratégias não é opção — é parte do jogo.

É fundamental reforçar: desempenho passado não garante retorno futuro. A trajetória da carteira QWERTYING desde janeiro de 2022 reflete método e disciplina, mas os preços seguem sujeitos a múltiplos vetores — macroeconomia, política, geopolítica e eventos extraordinários — capazes de alterar o cenário de forma abrupta.

Investir em renda variável exige postura informada, critério técnico e disciplina operacional. O apoio de profissionais especializados contribui para alinhar decisões ao perfil de risco, ao horizonte de investimento e aos objetivos patrimoniais de cada investidor.

O momento atual oferece valuations seletivamente atrativos, sobretudo para quem pode trabalhar com horizonte de 12 a 24 meses. Ainda assim, o processo demanda paciência, monitoramento constante e disposição para ajustar posições sempre que a relação risco–retorno deixar de ser favorável.

Reiteramos: as informações aqui apresentadas têm caráter informativo, não configurando recomendação definitiva de investimento. O mercado envolve riscos inerentes, e decisões devem ser tomadas com consciência e preparo.

A volatilidade — parte estrutural dos mercados — reforça a importância da atualização permanente e da consulta a fontes confiáveis. Informação sem filtro gera ruído; informação com método gera decisão.

Participar da B3 ou de mercados internacionais implica riscos relevantes, mas também oportunidades expressivas. Em um ambiente complexo, prudência aliada ao conhecimento contínuo é o que separa estratégia de aposta.

👉 QWERTYING não promete atalhos. Entrega método, leitura e disciplina.

Escolhas da Equipe “Carteira QWERTYING”

Empresas brasileiras enfrentam ambiente desafiador, mas algumas mostram sinais de resiliência

Em meio a um cenário macroeconômico pressionado por juros elevados, consumo retraído e incertezas fiscais, diversas empresas brasileiras vêm ajustando suas estratégias para manter a competitividade. A equipe da QWERTYING acompanha de perto o desempenho de 40 companhias listadas na B3 e destaca, a seguir, duas que merecem atenção: uma pelo bom posicionamento estratégico e outra pelos riscos e oportunidades de turnaround.

Cosan (CSAN3):

A Cosan teve um início de ano difícil. Em fevereiro de 2025, reportou prejuízo líquido de R$ 9,3 bilhões no trimestre, impactado por baixas contábeis de R$ 4,7 bilhões relacionadas ao investimento na Vale, além de uma provisão de R$ 2,9 bilhões para imposto de renda diferido. A alavancagem da companhia aumentou: a cobertura de juros caiu para 1,1x, abaixo do 1,2x observado no trimestre anterior — reflexo de menores fluxos de dividendos e aumento dos custos financeiros. Em março, as ações da Cosan eram negociadas a R$ 7,76, acumulando uma queda de 50,85% em 12 meses. Os múltiplos reforçam o momento delicado: P/L negativo de -1,54, P/VP de 0,37 e Dividend Yield de 5,81%. Apesar das dificuldades, analistas apontam que o preço descontado pode atrair investidores dispostos a apostar em uma recuperação de longo prazo. (Fonte: InfoMoney)

SLC Agrícola (SLCE3)

Fundada em 1945, na Cidade de Horizontina (RS), por três famílias de imigrantes alemães, a SLC foi pioneira na implementação da agricultura mecanizada no Brasil, utilizando maquinário agrícola de alta tecnologia. Ao longo dos anos, o foco dos investimentos em terras agricultáveis passou para as regiões Nordeste e Centro-Oeste, onde a companhia tem maior atuação até hoje. Trata-se da melhor empresa do agronegócio brasileiro.

Equipe QWERTYING, 03 de julho de 2026

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