As Melhores Oportunidades na B3 | QWERTYING – Edição da 2ª Semana de julho de 2026

Caro leitor,

📊 QWERTYING | Radar Global

🧭 Leitura Geral — semana volátil termina com recuperação

As bolsas americanas encerraram uma semana marcada pela volatilidade em terreno positivo. Mesmo com a retomada das tensões no Estreito de Ormuz, o S&P 500 e o Nasdaq avançaram mais de 1% na semana.

👉 QWERTYING: o mercado continua sensível à geopolítica, mas a perspectiva de negociação entre EUA e Irã ajudou a sustentar os ativos de risco.

🛢️ Petróleo — negociações aliviam os preços

A possibilidade de retomada das conversas entre EUA e Irã reduziu parte da pressão sobre o petróleo. O Brent recuou para US$ 76,01 por barril, embora ainda acumule alta de quase US$ 4 na semana.

👉 QWERTYING: menos tensão geopolítica significa menor prêmio de risco no petróleo.

💻 Tecnologia — chips continuam em correção

A SK Hynix realizou uma oferta de ações de quase US$ 27 bilhões nos EUA, com os papéis avançando cerca de 13% sobre o preço da operação. Apesar disso, o setor de semicondutores continua pressionado, com o índice PHLX acumulando queda de quase 9% no mês.

👉 QWERTYING: depois das fortes altas recentes, o setor de chips atravessa uma fase natural de realização e maior seletividade.

✈️ Delta — resultados fortes, mas custos pressionam

A Delta apresentou crescimento de quase 20% na receita e lucro acima das expectativas. Porém, o aumento dos custos com combustíveis pressionou as margens e as ações recuaram 1,6%.

👉 QWERTYING: bons resultados já não garantem alta das ações quando custos e expectativas estão elevados.

💰 ETFs — fluxo de investimentos bate recorde

Os ETFs americanos receberam mais de US$ 1 trilhão no primeiro semestre, estabelecendo um novo recorde. Os fundos de gestão ativa também continuam ganhando espaço.

👉 QWERTYING: o volume recorde de recursos mostra que a liquidez continua presente no mercado, mas os investidores estão buscando maior diversificação e seletividade.

📊 QWERTYING | Impacto no Brasil — Leitura Consolidada

🧭 Leitura Geral — mercado acumula riscos externos e internos

O Ibovespa voltou a enfrentar um ambiente de maior cautela. A Bolsa chegou a subir, beneficiada pela rotação de recursos no mercado internacional, mas perdeu força com a retomada das tensões no Oriente Médio. A alta do petróleo e o fortalecimento do dólar aumentaram a aversão ao risco e pressionaram os ativos brasileiros.

Ao cenário externo mais complicado somam-se as incertezas comerciais e eleitorais. O resultado é um mercado com menor disposição para assumir riscos e maior sensibilidade às notícias.

🌎 Tarifas — negociação com os EUA continua no radar

A possibilidade de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros permanece como importante fonte de incerteza. O governo busca manter as negociações abertas até a decisão americana, enquanto representantes do setor produtivo pressionam pela retirada da sobretaxa.

Para o mercado, o principal risco está nos possíveis impactos sobre empresas exportadoras, atividade econômica, inflação e câmbio.

🗳️ Eleições — divisão da oposição aumenta o ruído político

No cenário eleitoral, novos desentendimentos dentro da campanha de Flávio Bolsonaro evidenciaram uma disputa por espaço entre diferentes grupos da oposição.

Quanto maior a divisão interna, maior a dificuldade para construir uma candidatura competitiva. Esse movimento pode alterar a percepção dos investidores sobre o equilíbrio da disputa presidencial e aumentar a volatilidade dos ativos brasileiros.

📌 QWERTYING — cautela continua predominando

O mercado brasileiro enfrenta uma combinação desconfortável de geopolítica, petróleo em alta, dólar mais forte, risco de tarifas comerciais e aumento dos ruídos eleitorais.

No curto prazo, o Ibovespa deve continuar sensível ao noticiário. A redução das tensões externas e algum avanço nas negociações comerciais poderiam melhorar o ambiente, mas, enquanto isso não acontece, a cautela continua predominando.

👉 QWERTYING: quando os riscos externos aumentam e a política doméstica ganha importância, o mercado reduz a exposição, aumenta a seletividade e passa a exigir mais cautela na escolha dos ativos.

No período de swing trade entre 06/07/26 e 10/07/26, das cinco posições da carteira três encerraram com desempenho positivo, refletindo o ambiente de média volatilidade no preço das ações e diante da possibilidade do acordo tarifário sobre os produtos brasileiros pelos USA, mercado se ajustou:

• RADL3: +9,96%

• SLCE3: +9,45%

• AXIA3: +0,11%

Dois ativos apresentaram desempenho negativo:

• SBFG3: -0,49%

• RENT3: -0,84%

A diversificação estratégica, permitiu que a carteira reverberasse o movimento positivo do mercado e resultou em um lucro de +4,55% no período.

Desempenho no ano — até 10 de julho de 2026

No acumulado de 2026, as operações QWERTYING de swing trade apresentam valorização de +16,76%. Apesar do resultado positivo, obteve desempenho melhor ante ao Ibovespa, que avançou +10,82% no ano.

A diferença de cerca de 5,94 ponto percentual, bem acima, em relação ao índice reflete um clima defensivo e ajustes táticos ao longo do ano. Diante disso, a estratégia permanece consistente do ponto de vista operacional, com expectativa de melhora de performance nos próximos ciclos.

Conclusão | QWERTYING

Reiteramos nosso compromisso em identificar as melhores oportunidades na B3, combinando:

  • Análise técnica rigorosa;
  • Leitura de fluxo;
  • Gestão disciplinada de risco;
  • Ajustes táticos bem executados.

Nossa estratégia permanece sólida para capturar valor à medida que o mercado reencontra seu equilíbrio. Manteremos atenção constante ao fluxo estrangeiro, à política monetária e aos desdobramentos das relações comerciais entre Brasil, BRICS e Estados Unidos — vetores que atualmente são cruciais para a formação de preços e a direção do mercado.

Demonstração Gráfica Swing Trade janeiro26 a julho26

📊 QWERTYING | Análise Detalhada — 5 Ações que mais se desvalorizaram e na visão da equipe possuem o Potencial de Recuperação na B3

A equipe QWERTYING está acompanhando de forma contínua um universo de 40 empresas listadas na B3. Dentro desse radar, alguns ativos atravessaram longos ciclos de queda desde 2022 e hoje começam a apresentar assimetria positiva, cenário típico de oportunidades para investidores com visão de médio e longo prazo. A leitura não é de euforia, mas de possível recuperação cíclica em ativos que estão bem descontados.

⚡ Cosan (CSAN3) — O ciclo Turnaround de infraestrutura, de nada resultou até aqui

📉 Queda acumulada: –81% em 55 meses

📊 Média mensal: –1,5%

Holding estratégica com presença em energia, logística e infraestrutura. A forte correção de preço elevou o risco, mas também ampliou o potencial de retorno caso o ciclo operacional volte a ganhar tração.

➡️ Leitura QWERTYING: fundamentos relevantes, preço deprimido e perfil típico de turnaround — ativo para investidores tolerantes à volatilidade.

Axia Energia (AXIA3) — Dinâmica das chuvas e Preço da Energia

📉 Queda acumulada: –9% em 9 meses

📊 Média mensal: –1,2%

O bom retorno da Axia Energia (antiga Eletrobras) depende fundamentalmente do comportamento dos preços de energia no curto prazo, da distribuição de suas reservas bilionárias de lucros e da melhora contínua na governança corporativa após a privatização

➡️ Leitura QWERTYING: O destravamento de valor depende de como a empresa irá remunerar os acionistas com suas reservas bilionárias, bem como das estratégias de recompra de ações.

👟 Grupo SBF (SBFG3) — Sensível aos juros

📉 Queda acumulada: –51% em 55 meses

📊 Média mensal: –0,9%

Atuando no segmento esportivo, a companhia tende a se beneficiar de um ambiente de crédito mais barato e maior consumo doméstico.

➡️ Leitura QWERTYING: melhora potencial ligada à queda da Selic e à recuperação do consumo — ativo de ciclo econômico.

🏗️ Lojas Renner (LREN3) — Sensível aos juros

📉 Queda acumulada: –37% em 55 meses

📊 Média mensal: –0,7%

A Renner vem caindo mês a mês, em linha com o setor de vestuário e pela possível alteração na legislação fiscal. Ainda assim, mantemos confiança na tese para o ano, com espaço para expansão de margem, boa geração de caixa e valuation atrativo.

➡️ Leitura QWERTYING: empresa madura, exposta ao ciclo do mercado brasileiro.

SLC Agrícola (SLCE3):

Queda acumulada: –36% em 55 meses

Média mensal: –0,6%

Player consolidado no agronegócio brasileiro, traciona a economia nacional esse potencial é nosso.

👉 QWERTYING: ativo em região de estresse prolongado, com potencial de recuperação cíclica. Compra para médio/longo prazo.

🔎 Síntese QWERTYING

Os cinco ativos compartilham um ponto comum:

➡️ longos ciclos de queda

➡️ preços por demais descontados

➡️ potencial de recuperação condicionado ao ambiente macro

Não são papéis de curto prazo — são posições que exigem paciência, disciplina e gestão de risco.

📌 Conclusão QWERTYING

O mercado atual premia seletividade. Em ciclos de transição, ativos descontados podem oferecer assimetrias interessantes, desde que o investidor entenda que recuperação não é linha reta — é processo.

A seguir – Ações com forte valorização nos últimos 5 anos — hora de revisar posição

Cinco ativos que entregaram retornos expressivos e entram no radar para realização parcial de lucro ou rebalanceamento da carteira:

Aura Minerals (AURA33): +601% em 55 meses ou 10,9% mensal

Copasa (CSMG3): +455% em 55 meses ou 8,3% mensal

Moura Dubeux (MDNE3): +428% em 55 meses ou 7,8% mensal

Cury S/A (CURY3): +413% em 55 meses ou 7,5% mensal

Sabesp (SBSP3): +289% em 55 meses ou 5,3% mensal

👉 QWERTYING: ganhos fortes pedem disciplina. Lucro não realizado não é lucro. Não esqueça disso: “Camarão que dorme, a onda leva!”

Operações “Swing Trade” Semanais.

ESCOLHAS “QWERTYING” – 10/07/26 – recomendações e oportunidades para comprar na segunda-feira (13/07) e vender na sexta-feira (17/07) “swing trade”, alocação de 20% do valor total disponível em cada um dos ativos que seguem abaixo:
ATIVOSDataPreço de EntradaPreço AlvoPotencial de valorização
1MDNE313/07/2627,0238,0040,64%
2DIRR313/07/2613,2823,0073,19%
3AURA3313/07/26103,05145,0040,71%
4ENEV313/07/2625,5530,3018,59%
5VALE313/07/2674,1871,00-4,29%

Conclusão | Leitura QWERTYING

O ambiente financeiro atual é dinâmico, mutável e pouco tolerante a improvisos. Nesse contexto, adaptabilidade contínua deixou de ser diferencial e passou a ser requisito básico para geração de valor e controle de risco. Acompanhar tendências, entender novos instrumentos e ajustar estratégias não é opção — é parte do jogo.

É fundamental reforçar: desempenho passado não garante retorno futuro. A trajetória da carteira QWERTYING desde janeiro de 2022 reflete método e disciplina, mas os preços seguem sujeitos a múltiplos vetores — macroeconomia, política, geopolítica e eventos extraordinários — capazes de alterar o cenário de forma abrupta.

Investir em renda variável exige postura informada, critério técnico e disciplina operacional. O apoio de profissionais especializados contribui para alinhar decisões ao perfil de risco, ao horizonte de investimento e aos objetivos patrimoniais de cada investidor.

O momento atual oferece valuations seletivamente atrativos, sobretudo para quem pode trabalhar com horizonte de 12 a 24 meses. Ainda assim, o processo demanda paciência, monitoramento constante e disposição para ajustar posições sempre que a relação risco–retorno deixar de ser favorável.

Reiteramos: as informações aqui apresentadas têm caráter informativo, não configurando recomendação definitiva de investimento. O mercado envolve riscos inerentes, e decisões devem ser tomadas com consciência e preparo.

A volatilidade — parte estrutural dos mercados — reforça a importância da atualização permanente e da consulta a fontes confiáveis. Informação sem filtro gera ruído; informação com método gera decisão.

Participar da B3 ou de mercados internacionais implica riscos relevantes, mas também oportunidades expressivas. Em um ambiente complexo, prudência aliada ao conhecimento contínuo é o que separa estratégia de aposta.

👉 QWERTYING não promete atalhos. Entrega método, leitura e disciplina.

Escolhas da Equipe “Carteira QWERTYING”

Empresas brasileiras enfrentam ambiente desafiador, mas algumas mostram sinais de resiliência

Em meio a um cenário macroeconômico pressionado por juros elevados, consumo retraído e incertezas fiscais, diversas empresas brasileiras vêm ajustando suas estratégias para manter a competitividade. A equipe da QWERTYING acompanha de perto o desempenho de 40 companhias listadas na B3 e destaca, a seguir, duas que merecem atenção: uma pelo bom posicionamento estratégico e outra pelos riscos e oportunidades de turnaround.

Cosan (CSAN3):

A Cosan teve um início de ano difícil. Em fevereiro de 2025, reportou prejuízo líquido de R$ 9,3 bilhões no trimestre, impactado por baixas contábeis de R$ 4,7 bilhões relacionadas ao investimento na Vale, além de uma provisão de R$ 2,9 bilhões para imposto de renda diferido. A alavancagem da companhia aumentou: a cobertura de juros caiu para 1,1x, abaixo do 1,2x observado no trimestre anterior — reflexo de menores fluxos de dividendos e aumento dos custos financeiros. Em março, as ações da Cosan eram negociadas a R$ 7,76, acumulando uma queda de 50,85% em 12 meses. Os múltiplos reforçam o momento delicado: P/L negativo de -1,54, P/VP de 0,37 e Dividend Yield de 5,81%. Apesar das dificuldades, analistas apontam que o preço descontado pode atrair investidores dispostos a apostar em uma recuperação de longo prazo. (Fonte: InfoMoney)

SLC Agrícola (SLCE3)

Fundada em 1945, na Cidade de Horizontina (RS), por três famílias de imigrantes alemães, a SLC foi pioneira na implementação da agricultura mecanizada no Brasil, utilizando maquinário agrícola de alta tecnologia. Ao longo dos anos, o foco dos investimentos em terras agricultáveis passou para as regiões Nordeste e Centro-Oeste, onde a companhia tem maior atuação até hoje. Trata-se da melhor empresa do agronegócio brasileiro.

Equipe QWERTYING, 10 de julho de 2026

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